Mudança no consumo: reflexo da crise

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A Glambox*, aquele clube de beleza que envia mensalmente uma caixinha recheada de produtos para assinantes, realizou, pela segunda vez, um estudo para analisar o comportamento das assinantes no que diz respeito ao consumo de itens de beleza. A pesquisa, chamada de Beauty Plan, contou com participação de 8.389 mulheres de todo o Brasil, que responderam a 20 questões fechadas no site da Glambox.

glambox2Os resultados mostraram dados interessantes. De modo geral, em 2016, as mulheres gastaram menos com esses produtos. A maioria delas, 32%, gastou entre R$51 e R$100, seguida por 26% que gastaram entre R$101 e R$200. Além disso, aumentou o número daquelas que passaram a gastar no máximo R$50.

Para 49% das pesquisadas, o plano é manter o gasto mensal com produtos de beleza e cosméticos neste ano, enquanto que para 29% (contra 24% no ano passado) a ideia é reduzir os gastos. A conclusão é que este ano será de economia, com preferência por produtos mais em conta e redução na frequência de compras.

Prova disso é que 54% das consumidoras estão propensas a substituir os produtos de beleza e cosméticos que utilizam no dia a dia por outros mais baratos, principalmente produtos de maquiagem e cabelo. Entre os cosméticos que elas abririam mão nos momentos de economia, estão aqueles para cuidados específicos, como para os pés, para celulite, estrias e gordura localizada. Entretanto, xampus e condicionadores continuam sendo prioridade (para 77%), ao lado de sabonete corporal ou íntimo (para 53%), produtos para cuidados com os fios (para 53%) e maquiagem (para 50%).

Mesmo em tempos de crise, 71% das entrevistadas têm planos de se dedicar ao cuidado da pele facial e 67% usam filtro solar no rosto com maior frequência. Além disso, 51% têm vontade de colorir os cabelos com coloração, luzes ou mechas.

glamboxPara escolher os produtos ou os tratamentos, as pesquisadas levam em conta a opinião de algumas pessoas. Entre elas, estão o dermatologista, com 58%, seguido da opinião de amigas, com 57% e blogueiras/youtubers, com 54%. Isso mostra a responsabilidade de quem trabalha com internet e mídias sociais voltadas para beleza e bem-estar!

De modo geral, a pesquisa revelou certa cautela na hora do consumo, porém, ao mesmo tempo, mostrou que as consumidoras não pretendem parar de comprar ou de tratar da beleza. Apesar da substituição dos produtos, da diminuição na frequência de compras ou mesmo da maior seleção do que é necessário comprar, o mercado de beleza ainda continua vivo.

Quem trabalha com a estética pode ter sentido uma queda no movimento, mas, depois de tanto investimento e dedicação, não é hora de desistir! Que tal adotar algumas estratégias para atrair o cliente novamente? Oferecer tratamentos menos complexos e que se adequem ao bolso na crise, criar planos de tratamentos que façam com que o cliente sempre volte, aproveitar para investir em mais conhecimento e inovar o menu da clínica, apostar na divulgação por mídias sociais… Enfim, cada um pode estudar a melhor maneira de se destacar e fazer o movimento reacender em seu estabelecimento! Às vezes, é meio desanimador, mas não podemos deixar a peteca cair!

Até a próxima!


*Sobre a Glambox:
A Glambox iniciou suas atividades no Brasil em 2012, trazendo o modelo de assinatura para dentro da indústria de beleza feminina, uma tendência que ganhava força nos Estados Unidos. Em apenas cinco anos, tornou o maior clube de beleza da América Latina.
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